"A grande vantagem de ter o Thiago como mentor é que a gente economiza alguns anos da nossa vida e evita desgastes e cabeçadas. A gente sai daquela briga por preço e passa a construir uma marca, buscar pacientes de maior poder aquisitivo, trabalhar menos com ganho maior. Deixei de ser o dentista faz-tudo para fazer a minha especialidade."
Dr. BrunoCirurgião-dentista, trabalhou lado a lado com o Dr. ThiagoCinco anos de faculdade, noites em claro, FIES para pagar. E o mês fecha com R$ 2.500 a R$ 5.000, menos do que ganha um motorista de aplicativo com carro alugado. Você faz uma cirurgia de R$ 400 e sobra R$ 100. Fica horas na clínica olhando para o teto, esperando paciente de porta, sem ganhar nada por aquele tempo. Quando o paciente finalmente senta, ele diz que no Dr. João é mais barato.
O sintoma é ganhar pouco. A causa é outra. A faculdade ensinou a seguir uma cartilha que fazia sentido em 1995: forme-se, aceite qualquer porcentagem para ganhar experiência, faça pós, monte consultório com R$ 80 mil a R$ 150 mil de dívida, encha a agenda com convênio e espere a indicação chegar. Quem segue essa cartilha hoje vira executante de uma máquina que paga pouco e cobra muito. Em mais de 80% dos casos, o dentista só passa de R$ 15 mil por mês depois de 5 anos de formado. Cerca de 30% levam quase 10 anos.
Enquanto isso, o dono da clínica popular paga diária baixa, barateia o laboratório e fica com o lucro gordo dos protocolos de implante. Ele entendeu uma coisa que ninguém te contou: o dinheiro da odontologia não está na parede. Está na posição que você ocupa na cabeça do paciente e na matemática que você faz antes de atender.














